A catarata é uma das doenças oculares mais comuns em cães e gatos. Ela ocorre quando o cristalino — estrutura responsável por focar a luz dentro do olho — perde sua transparência e se torna opaco. Essa alteração compromete a visão e pode evoluir para cegueira caso não haja tratamento adequado.
Apesar de ser uma condição séria, a catarata tem solução e, em muitos casos, a cirurgia devolve visão, conforto e qualidade de vida ao pet.
Neste artigo, você vai entender como identificar os sintomas, como é feito o diagnóstico e quando a cirurgia de catarata é indicada.
A catarata surge quando o cristalino deixa de ser transparente, impedindo a passagem correta da luz até a retina. Como consequência, a visão se torna parcial ou totalmente comprometida.
Essa condição pode estar associada a fatores genéticos, envelhecimento, inflamações oculares, diabetes, traumas ou outras doenças sistêmicas.
A velocidade de progressão varia de acordo com cada pet, tornando a avaliação especializada indispensável.
A esclerose nuclear é uma alteração comum em animais idosos e provoca um aspecto azulado nos olhos. Diferente da catarata, ela não causa perda significativa da visão.
A distinção correta só pode ser feita por um oftalmologista veterinário, por meio de exames específicos.
Qualquer alteração ocular deve ser investigada rapidamente para evitar complicações e preservar a saúde visual do animal.
O diagnóstico da catarata é feito por meio de um exame oftálmico completo, que avalia todas as estruturas do olho e identifica o estágio da doença.
Em muitos casos, exames complementares são necessários para avaliar a viabilidade do tratamento cirúrgico.
Esses exames garantem segurança, previsibilidade e melhores resultados no procedimento.
A cirurgia é indicada quando a catarata compromete a visão e impacta a qualidade de vida do pet. De modo geral, quanto mais cedo o procedimento é realizado, melhores tendem a ser os resultados.
A decisão cirúrgica leva em conta a avaliação oftálmica completa, a saúde geral do animal e a condição da retina.
A técnica mais moderna utilizada é a facoemulsificação, a mesma aplicada em humanos. Nesse procedimento, o cristalino opaco é fragmentado e removido por uma microincisão, possibilitando a implantação de uma lente intraocular.
O acompanhamento veterinário é essencial para evitar inflamações e garantir uma cicatrização adequada.
A catarata não regride sozinha e não existe colírio capaz de revertê-la. A única forma de recuperar a visão é por meio da cirurgia.
Quando bem indicada e realizada no momento adequado, a cirurgia devolve visão, conforto e bem-estar ao pet.
A Íris Oftalmologia Veterinária e Especialidades conta com oftalmologistas experientes, equipamentos modernos e protocolos completos de pré e pós-operatório.
O atendimento é individualizado, com foco em segurança, precisão técnica e cuidado integral com cada paciente.
Se o seu pet apresenta sinais de catarata ou mudanças no comportamento visual, agende uma consulta especializada.
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A catarata em si não é dolorosa, mas pode gerar complicações que causam dor, como inflamações e glaucoma.
A evolução varia de acordo com o caso. Sem tratamento, a catarata tende a comprometer gravemente a visão.
O envelhecimento aumenta o risco, mas nem todos os animais desenvolvem a doença.
Na maioria dos casos, sim, desde que a retina esteja saudável.
O tempo de recuperação varia, mas as primeiras semanas após a cirurgia são decisivas para o sucesso do tratamento.